Marketing

Qual nome (naming) devo escolher para minha estratégia de marketing como Arquiteto(a)?

A construção da resposta ao questionamento do post é de extrema importância, afinal de contas toda a sua estratégia de marketing está baseada na definição do nome que você usará para ser encontrado e reconhecido no mercado.

No marketing, chamamos isso de naming, que pode ser definido como a escolha do nome do produto, serviço ou empresa estabelecendo uma relação direta com o posicionamento que se pretende atingir. Um nome planejado tem a capacidade de conquistar mercado e potencializar novos negócios. Deve-se levar em considerações questões como pronúncia, escrita, concorrência e tendências. Um nome eficaz deve comunicar facilmente o posicionamento pretendido. Uma das funções mais importantes do naming é reforçar um atributo principal ou diferencial posicionando o produto ou serviço no respectivo mercado.

O nome profissional que você escolher deverá estar presente em toda a sua estratégia de marketing: no seu logotipo, no seu e-mail profissional, nas suas redes sociais, no endereço do seu site, e em todas as ferramentas de marketing que você, como arquiteto ou urbanista, usará.

Há ainda outras dúvidas a respeito dessa escolha, como por exemplo:

- Posso abreviar parte do(s) meu(s) sobrenome?

- Posso ocultar um ou mais dos meus sobrenomes?

- Preciso informar sempre o número do meu registro profissional?

Vamos usar como exemplo o nome do CEO da Pling, Paulo Francisco Sarmento Esteves Filho (ou seja, um nome grande, com 5 palavras e com muitos caracteres) e vamos supor que este profissional seja inscrito no CAU de São Paulo sob o fictício número 12345.

Teoricamente seria recomendável que este profissional escolhesse abreviar/encurtar seu nome para ser usado em sua estratégia de marketing. Afinal de contas, trata-se de um nome grande. Seria muito mais fácil que clientes, parceiros e potenciais clientes memorizassem o nome "Paulo Esteves" do que o nome "Paulo Francisco Sarmento Esteves Filho".

Ou seja, analisado puramente sob a ótica do marketing, a recomendação de 10 em cada 10 especialistas será: abrevie seu nome, Paulo!

No Brasil, a entidade responsável pelo registro de domínios (domínio é o endereço do site na internet), a RegistroBr prevê expressamente um limite de 26 caracteres para a composição do domínio.

No exemplo que estamos citando, seria tecnicamente impossível no Brasil o registro do domínio www.paulofranciscosarmentoestevesfilho.com.br simplesmente porque ultrapassa o limite máximo de 26 caracteres.

Os "nomes de usuário" utilizados nas redes sociais

De forma similar ao que ocorre com a temática relacionada aos domínios, também no que diz respeito às redes sociais há limitação do número de caracteres. No Twitter, por exemplo, são 15 caracteres para o nome do usuário. No Instagram, o limite atualmente é de 30 caracteres. E em todas as outras redes sociais também existem limitações parecidas.

O Código de Ética do Arquiteto e Urbanista cita cinco pilares para basear a atuação do profissional de arquitetura que são:

Autonomia: exercer e defender a autonomia própria da profissão liberal, de modo que prevaleçam as melhores considerações artísticas, técnicas e científicas sobre quaisquer outras.

Sustentabilidade: considerar o impacto social e ambiental de suas atividades profissionais na execução de obras sob sua responsabilidade e respeitar os valores e a herança natural e cultural da comunidade onde esteja prestando serviços.

Lisura: abster-se de solicitar ou receber quaisquer honorários, remunerações, comissões, gratificações, vantagens, retribuições ou presentes de qualquer tipo em troca de especificações de produtos ou insumos de fornecedores.

Transparência: Condicionar todo compromisso profissional à formulação e apresentação de proposta técnica que inclua com detalhe os produtos técnicos a serem produzidos, sua natureza e âmbito, etapas, prazos, a remuneração requerida e sua forma.

Interesse público: ter ciência de que arquitetos e urbanistas que trabalham em órgãos públicos não podem atuar como parte interessada nos processos que tramitam pelo órgão, nem exercer influência para favorecer ou indicar terceiros para resolver eventuais dificuldades.

Portanto, as diretrizes de estratégia integrada de marketing que a Pling adota para Arquitetos de todo o Brasil seguem, rigorosamente, essas limitações impostas pelo Conselho da classe.

Por isso, ao construir o naming para um arquiteto são considerados:

a) o logotipo do Arquiteto (marca profissional) deve conter o nome completo do profissional e cabe ao profissional decidir sobre a inserção do seu respectivo conselho profissional (UF ou sigla) e o número do seu registro profissional. Muitos colegas arquitetos atendidos pela Pling optam por constar essa informação. Veja alguns exemplos clicando aqui! Quando necessário, admite-se a abreviação de algum dos sobrenomes e em casos de escritórios, é primordial que os materiais de divulgação citem o nome e o número de inscrição do responsável técnico;

b) as demais estratégias de marketing (domínio de site, email profissional, nomes nas redes sociais, etc.) podem conter uma abreviação do nome (ou até mesmo a supressão de parte dele). Cuide, neste caso, para adotar o mesmo nome abreviado em todos estes locais de modo a criar uma identidade para que sua estratégia de marketing não vire uma bagunça.

Você viu? Dá perfeitamente para fazer marketing com soluções que atendam ao Código de Ética e ainda projetam você profissionalmente. Se você quer descobrir o melhor naming profissional para o seu escritório fale com o time de especialistas da Pling clicando aqui!

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