Com o avanço meteórico das mídias sociais transformando a maneira de se fazer marketing hoje em dia, o trabalho de criar marcas de arquitetura vai se transformar. E nós nem dissemos as mídias sociais são uma ameaça para os modelos tradicionais: eles realmente estão prestes à ruir.


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Que começo, hein? Olhando assim, parece que nós até já respondemos a pergunta com um sonoro SIM. Mas não é bem por aí. Não vai ter morte nesse processo, as marcas de arquitetura vão continuar surgindo e mantendo sua relevância no imaginário popular.

Mas pode ter certeza: muito vai mudar e já está mudando. As mídias sociais são uma transformação na forma de se comunicar, e as marcas de arquitetura são uma forma de comunicação. Assim, é de se esperar que o cenário daqui pra frente é meio incerto.

Então como sair na frente e não deixar a marca de arquitetura morrer na praia?
 

The times they are a-changin’

Bob Dylan cantou essa canção pela primeira vez em 1964, e desde então a onda da mudança parece não ter diminuído nem um pouco. Muito pelo contrário: quanto mais o tempo passa, mais mídias novas vão surgindo, forçando as marcas de arquitetura a mudar ou morrer.

Em um artigo de Rajneesh Suri, professor de Marketing na Drexel LeBow, podemos entender como a mudança de fato opera. O acadêmico chama a nossa atenção para a disponibilidade de informações na internet, algo exacerbado pelas mídias sociais. Mas muito além desse conceito abstrato de “informações”, as mídias sociais disseminam opiniões desenfreadamente.
 


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Todo dia milhões e milhões de pessoas compartilham suas opiniões sobre determinada marca ou produto na internet. Isso nos traz um cenário novo, diferente, que impacta o cenário conhecido de branding até hoje. Não são mais só as marcas falando. Agora os clientes tem muito mais voz do que elas.

E como ficam as marcas de arquitetura nesse processo? Olha, para o cenário de branding em geral isso pode ser complicado de manejar, mas para escritórios desse segmento o cenário pode até ser bem otimista.

 

A hora e a vez das marcas de arquitetura

Marcas de arquitetura sempre foram mais austeras, talvez até um pouco distantes do público em geral. No cenário extremamente competitivo da publicidade offline, que dominava o mundo até pouco tempo, elas se situavam um pouco à margem, tratando seus clientes em potencial com um pouco mais de finesse.

O desafio agora é se inserir em um cenário extremamente competitivo de publicidade e ainda ajustar a maneira de conversar com o seu público. É bastante possível fazer os dois, sendo que as marcas de arquitetura que conseguem são as que vão permanecer para a posteridade e enfrentar a próxima mudança que o futuro trará.

 

Mantenha seu público por perto, e seus clientes mais ainda

A única maneira que as marcas de arquitetura podem encontrar para sobreviver às mudanças de paradigma que as redes sociais trazem é conhecendo seu público alvo.


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Essa é a maior mudança das redes sociais. A disponibilidade de informações abriu espaço para mais posicionamentos publicitários nas nossas vidas. O problema é que isso pode até fazer bem pros anúncios em geral, mas eles estão por toda parte!

Você acorda de manhã e em menos de dez minutos olhando no celular com certeza viu um anúncio. Se abrir o computador, vê mais vários. Se vai assistir televisão, a mesma coisa. Ouvir rádio? Também. O marketing digital nos trouxe um outro cenário de publicidade, que quando adicionado ao que a gente já tinha por tantos anos, nos faz ver propaganda o tempo todo. Como escapar disso com as marcas de arquitetura?

É só fazer com que as suas comunicações não tenham cara de publicidade. Você precisa conversar com o seu público, e a única forma de fazer isso é conhecendo-o. O próprio Facebook ou o Google possuem ótimas ferramentas pra isso, é só conhecer, testar e aplicar!
 

A única maneira de sobreviver às mídias sociais é adaptando as marcas de arquitetura para sua linguagem e perfil. Pra isso, você pode contar com a nossa ajuda através do Blog da Pling! Ainda não segue? Perde tempo não!

Até a próxima!